Acredite se quiser!

09/10/2009

Reitor destaca novos investimentos na UEG

 

A UEG vai usar as notas do Enem já no Processo Seletivo 2010/1?

Luiz Arantes – O Processo Seletivo 2010/1 será no mesmo formato dos anteriores, ou seja, o Enem de nada vale para entrar na UEG. Para o Processo Seletivo 2010/2, no meio do ano, devemos adotar as notas do Enem como forma de ingresso na UEG. O percentual deverá ser discutido internamente pelo Conselho Universitário.

A UEG vai realizar concurso para professor ainda este ano?

Luiz Arantes – O Governo do Estado já autorizou abertura do concurso para 475 professores. A área técnica da Secretaria da Fazenda tem concluído estudos para viabilizar o concurso. Fizemos o pedido e o Governo autorizou mais 1.225 vagas, totalizando 1.700 vagas, o que significa um grande avanço no processo de consolidação da Universidade.

Há uma preocupação em expandir ainda mais a UEG?

Luiz Arantes – Não há previsão para construir novas unidades. A UEG, ao longo desses dez anos, cresceu horizontalmente. Agora, nossa intenção é crescer verticalmente, fortalecendo sua estrutura física e de pessoal. Vamos lutar pelo Plano de Cargos e Salários dos servidores técnico-administrativos e, em seguida, realizar o concurso.

O Governo autorizou reformas em algumas unidades universitárias?

Luiz Arantes – O governador Alcides Rodrigues autorizou em maio deste ano R$ 23 milhões, que têm sido aplicados em reformas nas unidades universitárias de Anápolis, Goianésia, Iporá, São Luís de Montes Belos, Formosa, Campos Belos e Inhumas, e na ampliação das unidades de Mineiros e Itapuranga. Há também a unidade de Quirinópolis, que está sendo reformada com recursos do Tesouro Estadual não inclusos nesse pacote.

Quais obras estão sendo concluídas?

Luiz Arantes – As conclusões das unidades de Crixás, Aparecida de Goiânia, Itumbiara e Santa Helena também fazem parte do pacote autorizado pelo governo no mês de maio. A previsão é que as obras de Crixás e Aparecida de Goiânia terminem até o final deste ano. Estamos estruturando ainda a Unidade Universitária de Educação a Distância (UnUEAD), em Anápolis, comprando livros e equipamentos para laboratórios, além de 70 veículos para atender as unidades universitárias, a Administração Superior e o Programa Educando e Valorizando a Vida (EVV).

A Unidade de Aparecida de Goiânia terá novos cursos?

 Luiz Arantes – Temos na Unidade de Aparecida de Goiânia um curso para agentes prisionais em parceria com o Ministério da Justiça, que busca fazer novas parcerias e ofertar outros cursos, como Ciências Contábeis. Formamos uma comissão para estudar a criação e substituição de cursos e discutir novas formas de atender as demandas do Estado.

Como estão as ofertas de cursos de especialização lato sensu e stricto sensu na Universidade?

Luiz Arantes – Atualmente oferecemos mestrado em Ciências Moleculares e Engenharia Agrícola, em Anápolis, com 103 alunos matriculados; e um mestrado interinstitucional em Tecnologia Farmacêutica, em parceria com a Pontifícia Universidade Católica, com 53 alunos matriculados. Estamos estudando a implantação de mais três mestrados próprios: Educação e Desporto Escolar, Ciências Agrárias e Biologia.

 É intenção da UEG firmar parceira com a UFG?

Luiz Arantes – Temos estudado criar parcerias com a UFG para mestrados em Letras e Ciências da Saúde. Também temos conversado com a Universidade Federal do Rio de Janeiro para implantar o doutorado em Planejamento e Economia e com a Universidade de Buenos Aires (Argentina) para criar o doutorado em Educação. Queremos fortalecer o stricto sensu para aumentar as pesquisas e melhorar a posição da UEG junto à Capes. No lato sensu, temos 43 cursos próprios em andamento e 15 em parcerias com outras instituições. Estamos com levantamento de demandas para a oferta de mais 44 cursos próprios e 34 em parcerias.

 

Fonte: http://www.ueg.br/materia/reitor-destaca-novos-investimentos-na-ueg/2401

Relatoria da reunião de formulação do I Boletim Informativo do DA-UnUCSEH

Na quinta-feira alguns alunos que foram à unidade se reuniram para decidir qual atividade seria realizada. Dentre alguma propostas a ida ao campus não foi aprovada, visto que a quantidade de alunos presentes era muito pequena, por volta de18.

     Para que esse dia não fosse perdido, juntaram-se para organizar um jornal, e após algumas discussões chegou-se as decisões abaixo:
 

Nome:Boletim Informativo do DA-UnUCSEH
Público: Interno e externo à UEG
 
Matérias e responsáveis:
 
1.O que acontece nas outras unidades.
– Cindy,Murillo, Líliam, Keila
 
2.Editorial:
– Cindy
 
3. Charges:
 -José Fábio, Jefferson
 
4. UEróscopo:
– Roberta, Vinícius, Nathalie, Raylanne
 
5. Palavras Cruzadas:
– Wanessa, Daniely, Max
 
6. De for pra dentro, de dentro pra fora:
-Wanessa, Natália , Murillo
 
7. Artgo de opinião:
-Natália , Murillo, Roberta
 
8. Romance de Folhetin:
-Max, Nathalie
 
9. Entrevista:
Zé Fábio
Presentes na reunião:
 
– Cindy Mihelle- Letras
-Daniely Castro- Pedagogia
– Diogo Wayner- História
– Natália B. -História
-Murillo O. -História
-Vinícius Cardoso- História
– Raylanne Paula-Pedagogia
– Roberta Nascimento- Pedagogia
– José Fábio- História
– Maxuell -História
– Denise V.- História
– Caroline- Pedagogia
-Marlise- Letras
-Lorena Borges-História
-Líliam de Paula- História
– Keila Àquila-Letrs
-Jefferson -História
-Nathalie Cristen- Letras
 
 
Assina a relatoria no dia 10 de outubro de 2009:
Cindy Michelle da Silva

Cutrale usa terras griladas em São Paulo

 

6 de outubro de 2009

Cerca de 250 famílias do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) permanecem acampadas desde a semana passada (28/09), na fazenda Capim, que abrange os municípios de Iaras, Lençóis Paulista e Borebi, região central do Estado de São Paulo. A área possui mais de 2,7 mil hectares, utilizadas ilegalmente pela Sucocítrico Cutrale para a monocultura de laranja – o que demonstra o aumento da concentração de terras no país, como apontou recentemente o censo agropecuário do IBGE.

A área da fazenda Capim faz parte do chamado Núcleo Monções, um complexo de 30 mil hectares divididos em várias fazendas e de posse legal da União. É nessa região que está localizada a fazenda da Cutrale, e onde estão localizadas cerca de 10 mil hectares de terras públicas reconhecidas oficialmente como devolutas, além de 15 mil hectares de terras improdutivas.

A ocupação tem como objetivo denunciar que a empresa está sediada em terras do governo federal, ou seja, são terras da União utilizadas de forma irregular pela produtora de sucos. Além disso, o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) já teria se manifestado em relação ao conhecimento de que as terras são realmente da União, de
acordo com representantes dos Sem Terra em Iaras.

Como forma de legitimar a grilagem, a Cutrale realizou irregularmente o plantio de laranja em terras da União. A produtividade da área não pode esconder que a Cutrale grilou terras públicas, que estão sendo utilizadas de forma ilegal, sendo que, neste caso, a laranja é o símbolo da irregularidade. A derrubada dos pés de laranja pretende questionar a
grilagem de terras públicas, uma prática comum feita por grandes empresas monocultoras em terras brasileiras como a Aracruz (ES), Stora Enzo (RS), entre outras.

O local já foi ocupado diversas vezes, no intuito de denunciar a ação ilegal de grilagem da Cutrale. Além da utilização indevida das terras, a empresa está sendo investigada pelo Ministério Público do Estado de São Paulo pela formação de cartel no ramo da produção de sucos, prejudicando assim os pequenos produtores. A empresa também já foi autuada inúmeras vezes por causar impactos ao ecossistema, poluindo o meio ambiente ao despejar esgoto sem tratamento em diversos rios. No entanto, nenhuma atitude foi tomada em relação a esta questão.

Há um pedido de reintegração de posse, no entanto as famílias deverão permanecer na fazenda até que seja marcada uma reunião com o superintendente do Incra, assim exigindo que as terras griladas sejam destinadas para a Reforma Agrária. Com isso, cerca de 400 famílias acampadas seriam assentadas na região. Há hoje, em todo o estado de São
Paulo, 1,6 mil famílias acampadas lutando pela terra. No Brasil, são 90 mil famílias vivendo embaixo de lonas pretas.

Direção Estadual do MST-SP

  • O trator da grande mídia a serviço do agronegócio
    Um trator derrubando pés de laranja pode pouco perto da aliança entre os controladores das ondas eletromagnéticas e os modernos latifundiários. É o monopólio do ar apoiando o monopólio da terra – Sérgio Domingues. Leia mais…

Link: http://www.mst.org.br/node/8283

O Porquê não fizemos parte? Resposta do vice-presidente do CALT – Mário de Andrade às eleições de delegados da UFMS ao 51º congresso da UNE

Inicialmente, seria hipocrisia afirmar que faço parte de todas as decisões do DCE, nós do Centro Acadêmico não estamos em todas as reuniões, por motivos variados, que vão de falta de tempo a falta de interesse nos assuntos debatidos. Mas mesmo com essa “ausência” ao DCE da UFMS, mantenho-me informado sobre as movimentações estudantis

Mas o que nitidamente aconteceu com as eleições de delegados na UFMS foi à manipulação de informações, a eleição não fora divulgada por meios plausíveis, a qual o DCE não poderia atribuir à má divulgação a falta de produtos ou tempo, até porque as festas realizadas por pessoas ativas no DCE são amplamente divulgadas meses antes. O fato é que não houve a divulgação, e se ouve, foi pífia, como não existiam outras chapas, os candidatos eleitos fazem parte da união do jovem socialista (UJS), sendo que a entidade possui a grande parte da representação política do diretório, pois a grande parte de sua diretoria é ligada a tal entidade.

O porquê de não tomamos partido? Além da impossibilidade de agir diante da divulgação inexistente, o CALT como entidade apolítica, acaba perdendo feio para o embate partidário na UFMS, de um lado, o DCE e o PCdoB, do outro, a chapa que perdera a eleição e o PT, o que leva o movimento estudantil da UFMS um embate de ego, apoiado por politicagem barata e desnecessária, e infelizmente essa situação não é apenas na capital, existe o conflito dos campi do interior com o DCE, mais uma vez, por motivos políticos.

É uma situação triste, pois a menos de um ano atrás o movimento estava forte, ocupamos e resistimos por dezessete dias, parecia que tudo iria dar certo, mas infelizmente, enquanto os representantes do movimento estudantil viver de ego; continuaremos fracos.

Rodrigo Kruppa Gomes

Vice-presidente do CALT/Executivo estadual do EXNEL.

Relatório de um independente no CNE

Ola a tod@s

Nesse final de semana acabamos de passar por um Congresso de Nacional de Estudantes(CNE) , puxado e realizado por fora da UNE, junto a diversos setores e correntes do Movimento Estudantil, que bravamente vem construindo as lutas dentro das Universidades contra os ataques dos governos neo-liberais e da própria UNE aos estudantes e trabalhadores. O CNE foi proposto dentro do Encontro Nacional de Estudantes e dos de diversos cursos pelo Brasil com o intuito de reorganizar a esquerda do Movimento Estudantil que estava tocando às lutas, muitos destes presentes e participantes das ocupações de reitorias em 2007,  da Frente de Lutas Contra a Reforma, da FOE, CONLUTE, independentes e outros. Dentro deste processo no segundo semestre de 2008 deu-se o inicio da organização do CNE.

Seu processo de organização e construção das comissões já começou com muitas controvérsias, mas nada para julgarmos agora, dentre elas a utilização dos nomes da ExNEEF e da EXNEL como parte da comissão organizadora, o que levou a EXNEL a se retirar da construção do congresso, e a um intenso debate dentro da ExNEEF de como iria construir o mesmo, assim como nunca teve uma retratação publica a cerca deste fato por parte da comissão organizadora. As reuniões que começam compostas por diversas correntes e independentes ao longo do processo vem se dispersando e se resumindo a um pequeno grupo, que vinha atropelando, tratorando e impondo, isso se deu com a data, o local, a programação. Mas muitos de nós sabemos como é difícil construir um congresso, ainda mais com pauta única…..

Dentro deste processo diversos estudantes e setores que não acreditam mais que haja espaço e formas de construir nada junto ou por dentro da UNE, e que esta entidade não mais representa os interesses dos estudantes e sim o do governo, passaram a construir o congresso através de debates, construção de fóruns locais, estaduais e regionais, com outros CA/DA’s nos corredores, dentre outros, acreditando que este poderia rearticular o ME por fora da UNE, fazer um balanço do que foi os últimos processos do ME(frente, conlute, ocupações, greves…), tirar um calendário unificado de lutas, debatermos a realidade das diversas escolas presentes, criarmos uma nova entidade se fosse avaliado que este é o momento, assim como buscar pontos convergentes nas analises de conjuntura para este período de crise que passamos e que os trabalhadores terão de enfrentar.

Porém o que se foi visto não foi bem isto…….. ……… .

O processo de tiragem de delegados já foi muito conturbado e em muitas escolas parecido com processos feitos pela UNE, quase não se teve debates e sim uma apresentação do que era o CNE sem muito aprofundamento, onde isso foi articulado pela corrente majoritária deste congresso só se falou sobre a criação de uma nova entidade para representar os estudantes e se colocar como alternativa a falida UNE, diversos relatos puderam ser observados dentre os corredores do CNE e conversando com as diversas delegações. Apesar da tiragem de delegados o que dava a perceber era que a maioria dos participantes do congresso eram pessoas ligadas a corrente majoritaria do congresso e os que não eram muitas das vezes eram amigos próximos. Assim como os inúmeros relatos de pessoas que não puderam ir por diversas desculpas que por fim não se comprovaram na pratica. Aqui na minha faculdade tenho casos, onde por fim foi sobrando vagas….

O congresso se constitui de 16 teses e diversas correntes politicas da esquerda do ME, Barricadas, Além dos mitos, Anarquistas, espaço socialista, movimento revolucionário, coletivo marxista, PSTU, dentre outras e independentes. Apenas 2 teses defendiam a cosntrução de uma nova entidade, a do PSTU era uma delas, setor majoritário desde a construção e dentro do congresso, a outra tese trazia a proposta de criar uma entidade que rompesse com a UNE e articulasse junto a estes setores.

Devido a diversos fatores, que nem precisam ser debatidos, houveram alguns problemas em cumprir a programação e teve-se a diminuição do tempo de apresentação das teses, mas o que pode-se observar era que a maior parte das apresentações se perpassavam por acreditar que este não era o momento da criação de uma nova entidade, maioria estas que eram minorias numéricas(principalm ente em números de delegados) e muitas avaliavam que o setor majoritário que estava puxando este congresso queria criar uma nova entidade para juntar-se a correntes do PSOL, e outras que ainda não amadureceram para romper com a UNE, já pensando na campanha eleitoral de 2010…

Já na plenária de abertura a fala feita pelos companheiros defendendo a criação de uma nova entidade já demonstravam que o plenário tinha sua hegemonia, a cada fala feita pelos companheiros do PSTU uma leva de palmas e pessoas em pé, mostrando quem era o setor majoritario do congresso,, mesmo assim eu e vários companheiros não estávamos convencidos. ….

Dentro dos GD’s, realizados somente depois de muitos atrasos e problemas de estrutura, o que já falei que não vem ao caso aqui debater, o que se via era novamente a hegemonia do PSTU, onde a cada inscrição de fala que contrapunha a criação da nova entidade, ou buscasse debater algum balanço, calendário, bandeiras, diversas outras, vinham 5, 8, 10 inscrições dos companheiros do PSTU falando sobre nova entidade, em muitos GD’s somente este assunto foi abordado dentro dos debates, sendo que tiveram dois momentos destinados para os GD’s ficando para os participantes irem nos mesmos nos dois momentos, só que o que ocorreu foi que nos GD’s onde não tinham um grande numero de militantes do PSTU no primeiro dia, já se encontravam inchados dos mesmos no segundo. Então claramente o que foi relatado, pelo pessoal da minha delegação Goiânia, da delegação do PE, CE, BA, DF entre as diversas que pude conversar, era que havia uma polarização entre a nova entidade e a manutenção dentro da UNE, predominantemente a nova entidade, aclamada pelo PSTU e a manutenção dentro da UNE pelos companheiros que compunham a FOE, quase não se teve espaço para fazer outros debates de extrema importância para o ME dentro destes espaços, os encaminhamentos foram enviados a relatoria por escrito e depois sistematizados por uma comissão supostamente formada por dois integrante de cada tese…

Ainda dentro da programação mais uma modificação, novamente como todas as outras, proposta e votada em plenária, com esmagador ganho da majoritária do congresso, esta se modifica e fica com um tempo vago durante a noite, espaço este que teve uma plenária de comemoração e apresentação dos 15 anos do PSTU, com a presença do prof Valério Arcari, o que mais uma vez se defende a criação de uma nova entidade estudantil. O espaço que ficou destinado dentro da penúltima noite foi o de começar a plenária final mais cedo, programada para o ultimo dia, assim passaria a iniciar-se na noite anterior, o que não aconteceu por dificuldades com estrutura(o que não nos cabe julgar né?).

Assim a plenária final tem inicio apresentando e entregando as propostas que, segundo a equipe de sistematização, que supostamente deveria ter dois membros de cada tese, mas que só foi avisado para algumas pessoas das teses mais conflitantes, que supostamente seriam consenso. Feito os destaques destas, na hora de começar os trâmites aparece uma proposta de votar os dicensos, sistematizados pela comissão organizadora, junto aos grupos das outras teses que se articularam e tiveram que colocar uma proposta em comum, ficando para todos os que reeinvidicaram uma tese chegar a um consenso, pois as propostas que estes iriam enfrentar era a da majoritária do congresso, que colocou sua politica inteira para ser votada contra as outras propostas, lembrando das diversas que tinham, contra a deles. Essa sistematização venho aparecer somente neste momento pegando a maioria, que aqui se coloca como minoria numérica, dos setores que se colocavam em oposição a hegemonia do CNE de surpresa, e sendo votado na plenária para ser esta a votação encaminhada primeiro, apesar das tentativas de barrar nada foi possível e mais uma vez o rodo, atropelo, tratoramento, pelos quais se desenrolou todo esse congresso, e encaminhou-se que votasse primeiro os dicensos mais polémicos.

O primeiro a ser votado era a criação de uma nova entidade, contra outras quatro propostas, a de fundar uma entidade (ANEL), uma nova entidade que rompa com a UNE(coordenaçã o nacional dos estudantes), a de construir um Fórum, e a de realiza-se um novo congresso. Como já demonstrado desde o primeiro dia a votação se encaminhou, mas não sem muita discordância, atropelos, manifestações de repudio contra este ato que se demonstrou um tremendo burocratismo dos companheiros, além de desconsiderar as diversas correntes ali presentes que em suma maioria manifestavam discordância com o que estava acontecendo, porém mesmo assim ainda éramos menores em números. Essa votação foi encaminhada e sem nenhuma novidade a entidade defendida pela tese do PSTU foi aclamada, com salva de papel e muita gente em pé, agitação, como nos congressos da UNE, depois do burocratismo todo o rebanho comemora. Dai por diante todas as propostas que vêm para serem votadas vencimento esmagador do PSTU e das suas politicas, passa-se ao esvaziamento da plenária. O grupo que puxava a plenária paralela classista e combativa forma os primeiros a se retirar e assim continuou com diversas correntes se retirando, ficava claro que ali só passaria as politicas do PSTU, assim como na UNE só passam as da UJS.
Foi colocado para votar propostas que nem se contrapunham, que nem se quer foram defendidas dentro da plenária de tão absurdas, isso sem contar que quebra com a lógica dialética das contradições parecendo que quem às sistematizou os fez sem a menor noção critica(ou com um intuito bem claro).

O congresso termina com todas as forças derrotadas, menos o setor majoritário que hegemonizou esse congresso inteiro sendo maioria em todos os espaços, sendo o proponente, o organizador, e creio que o único a ver essa nova entidade como solução para o ME e as lutas que hão de vir.

A proposta de nova entidade foi votada sem saber nem pelo que está iria se pautar, sem contar que a autonomia segundo a governos e políticos foi ferida, tendo passado na votação que está poderia se atrelar a campanhas eleitorais, demonstrando que o alerta feito por alguns setores ali presentes pode se concretizar, e está vira a apoiar campanhas eleitoreiras. Essa entidade já nasce nos moldes que a UNE que se encontra hoje, burocratizada, emparelhada, hegemonizada, atrelada a eleições, lutando por bandeiras de assistencialismo, abaixo assinados, pedidos de MP para o presidente Lula, não contemplando as necessidades reais dos estudantes, reproduzindo o mesmo do passado que não nos servile sem romper ou criar um novo movimento estudantil a partir da nova realidade que está colocada a nós pelos governos populistas e sociais democratas.

O CNE não foi capaz de rearticular o ME devido a intransigência e falta de dialogo dos companheiros do PSTU que desde o chamado ao CNE sempre colocaram e impuseram a necessidade da criação de uma nova entidade, diversas correntes e setores do ME não compuseram tal congresso por acreditar que era um congresso do PSTU e o que foi visto na pratica foi isso mesmo..

Após construir luta com os companheiros a 3 anos nunca imaginei que tal partido pudesse demonstrar tais sinais de degeneração, colocando todo o tempo as minorias presentes no congresso como suspiro vencido, ou minorias agitadoras, companheiros estes que construíram lutas conjuntas durante anos. Desde o inicio os companheiros se colocaram como maioria e hegemonia não recuando nas pautas de criação de uma nova entidade o que afastou diversas correntes e setores de participar, e no momento de suma maioria, de hegemonia, colocaram para dentro desta nova entidade suas politicas e pautas sem nem ao manos esperar para dialogar com os diversos uma construção coletiva, será que todos teremos que entrar nesse entidade para cumprir politicas pré determinadas, creio que não seja essa a dinâmica do movimento estudantil.

Em nenhum momento os companheiros do PSTU queriam rearticular o movimento, a intenção, mais uma vez, assim como na época do rompendo amarras, da frente/conlute, os companheiros impõem de todas as formas, mesmo o movimento dizendo que não, a necessidade de construir uma nova entidade. Em nenhum momento os companheiros buscam tratar de outros temas e debates, porém na hora de ditar as politicas desta entidade eles são claros, é a politica deles, que os mesmos defendem. Não levaram em conta nenhum momento seus companheiros que construíram diversas lutas juntas durante esses anos, as diferentes analises de conjuntura, os diferentes balanços(visto que os companheiros nunca sentam para fazer um balanço com o movimento) e atropelaram a propria reestruturação que está se dando organicamente dentro proprio movimento.

Essa entidade nasce sem a legitimidade da base(CA’d, DA’s, executivas, corredores, etc..) e da maior parte da vanguarda, nasce cometendo os mesmos erros que levaram anos para a UNE chegar, emparelhada a um setor que hoje está ao lado do reformismo e do assistecialismo, colocando como bandeiras propostas que já vimos como superadas, não pautando as verdadeiras necessidades dos estudantes e da classe trabalhadora, hegemonizada por um setor que centraliza as decisões e intervenções de seus militantes.

O PSTU que sempre foi minoria nos espaços em que milita no ME, dentro deste congresso passa a ser maioria e não consegue dialogar com os diversos ali presentes, demonstrando imaturidade junto aos diversos programas e táticas que temos dentro dos movimentos de esquerda e da dinâmica do ME, acreditando que todos os lutadores terão de aderir a esta que estará a frente dos processos das lutas, e nós discordantes e lutadores não teremos outra opção a não ser aderir.
Assim como se deu na construção de uma alternativa sindical para as lutas, criando-se a coordenação nacional de lutas(conlutas) , e a  ANDES se colocou contraria, hoje podemos estar nos equivocando de nos colocarmos contrários, porém observamos que a dinâmica sindical não é a mesma que a do ME.

Somente podemos agora e buscar articular, todos os setores que se colocam nas lutas, para tentarmos construir algo, pois o que está colocado para nós é o “mais do mesmo”,, é a consolidação dos erros do passado,, é a reconstrução do mesmo,, assim se apresenta a ANEL..

Busco aqui chamar todos os companheiros e forças que participaram do mesmo congresso que eu, a debater e contribuir em busca de alternativas para criação de um novo ME que rompa com o velho modelo.

Que todos aqueles que manifestem qualquer opinião sobre este coloquem suas posições, pois como sabemos somente os companheiros do PSTU novamente partirão para um debate, mas como apontado em outros emails nem parece o mesmo congresso que fui.

Então que seja feito o debate, e que outros como eu, que construíram o CNE e viram os ocorridos que se manifestem e demonstrem o que acharam e o que pensam sobre este.

Relembro aos delegados e companheiros de Alagoas, Ceará, Brasília, São Paulo, UNEB, UFPE(ciranda) , UFU, UERJ, UFRGS, UFPR, e outros que lá colocaram seus posicionamentos que se apresentem aqui para que todos saibam como foi esse processo e os diferentes setores que construiram e viram suas esperanças neste perdidas…

Tobias da Silva
Aluno de graduação em educação física da UFG 7º periodo
Ex gestão do Centro Acadêmico de Educação Física Ayrton Senna – UFC 2008/2008
Ex gestão do Centro Acadêmico de Educação Física – UFG 2006/2008
Membro da Comissão Eleitoral DCE – UFC 2008
Construindo a Executiva Nacional de Estudantes de Educação Física – ExNEEF
Delegado do Congresso Nacional de Estudantes
INDEPENDENTE

“Desconfiai do mais trivial, na aparência singelo. E examinai, sobretudo, o que parece habitual. Suplicamos expressamente: não aceiteis o que é de hábito  como  coisa  natural,  pois  em  tempo  de  desordem  sangrenta,  de confusão  organizada,  de  arbitrariedade  consciente,  de  humanidade desumanizada,  nada  deve  parecer  natural  nada  deve  parecer  impossível de mudar.”

Bertold Brecht


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De: Tobias Lourençoni da Silva < tobiasloko@gmail. com >
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Bolha Cultural

APRESENTAÇÃO

Quando pensamos como parte integrante de um sistema sócio-cultural denominado Estado de Goiás, que representa-se pelos seus costumes, tradições, produções e meios de produção, revela-se a necessidade de integração dos focos dessa produção.
Pensar nessa integração baseada na troca de experiências, informações, bens e serviços, e propor idéias para o funcionamento desse sistema através de discussões entre representantes dos vários focos desta produção e interessados, torna possível transportar essa condição do campo ideológico para a realidade.
Para isso, o fator primordial de toda essa estrutura, as tecnologias de comunicação, deverão ser tratadas como tal, o que implica em uma constante luta pela conscientização de que o domínio sobre esses instrumentos torna possível o pleno funcionamento deste sistema.
Através desta perspectiva a 2ª edição do Projeto Bolha Cultural – Mostra
de Artes Integradas foi concebido.
Nossos esforços são para que esta ação estimule a interação de alguns
destes focos, pela música, pelas artes plásticas, mostra de cinema e palestras, criando ambientes de lazer cultural, propícios para a continuidade deste diálogo.
Importante resaltar a essêncial contribuição dos nossos parceiros, apoiadores e patrocinadores para a execução deste projeto.

Caio Rodrigues
Presidente da – AMPI

Em: http://www.bolhacultural.com/

Progração: http://www.bolhacultural.com/programacaoanapolis.html

Contato: http://www.bolhacultural.com/contato.html

Inscrição: http://www.bolhacultural.com/inscrocao.html


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